15_09_1athos

Historicamente, as paraolimpíadas surgiram para ajudar na recuperação física e psicológica dos combatentes da Segunda Guerra Mundial que perderam algum membro durante o combate e encontravam-se desolados.  Prática que se deu na Inglaterra e nos Estados Unidos. Assim, a recuperação dessas pessoas era mais rápida, tanto física quando emocionalmente. O primeiro jogo oficial aconteceu em 1948 em um hospital londrino (voltado à recuperação de pessoas com lesões na medula óssea) sendo o conspirado uma espécie de marco zero para os futuros jogos olímpicos oficiais em 1960. Essa primeira edição dos Jogos Paraolímpicos, em Roma. O evento reuniu 400 atletas de 23 países diferentes, e foi um novo pontapé para a profissionalização e modernização desses esportes adaptados, não mais tendo um viés de recuperação e reabilitação, mas sim um de esporte para atletas de alto nível, tendo um aumento significativo de participantes a cada ano.  Para entrar na categoria é preciso ter a aprovação do Movimento Paraolímpico Internacional, que divide os participantes nas seguintes categorias: amputados, paralisados cerebrais, deficientes visuais, lesionados na medula espinhal, deficientes mentais e les outres, categoria constituída por indivíduos com falta de mobilidade que não se encaixam nas categorias anteriormente citadas. O Brasil é uma potência paralímpica. Investimentos, população ampla, formação de ídolos e a falta de inclusão no mercado de trabalho fazem do país potência do paradesporto mundial. Nosso país conta com um universo de 45 milhões de pessoas deficientes, segundo o IBGE, e posto que o mercado de trabalho ainda apresenta resistência a essas pessoas,  o paradesporto se torna uma saída viável para elas.